A trama se desenvolve sobre a descoberta de um mistério.Um pequeno grupo de crianças tenta resgatar um garoto que se perde na planície do misterioso e mistico portal das borboletas. Chegando lá essas crianças se deparam com algumas situações de perigo e medo, com isso a volta para casa se torna cada vez mais difícil. A áurea de uma fotografia sombria esconde uma metáfora, e sobre um olhar analítico, talvez você descubra que o tal grande segredo está justamente no descansar das borboletas. Na projeção da metamorfose!
Um curta feito as presas, é como eu definiria esse filme. Com sinceridade, sinto que poderia tê-lo feito melhor, se eu não tivesse presa para fazê-lo, e se dependesse somente de minha pessoa. Sou um ótimo critico de eu mesmo, e me sinto na obrigação de justificar e opinar sobre meu próprio trabalho. Mas não há desculpas para uma arte mal feita. Desafiei-me a criar este curta-metragem, confiando plenamente no entusiasmo que via em mim, pois apenas tinha uma câmera simples na mão, uma ideia vaga do que fazer e quatro dias para poder gravar. É possível que o primeiro ato do filme seja capaz de prender o telespectador, devido ao embate de frente com um mistério a ser solucionado. Mas a quem assiste até o final do segundo ato, acaba com a sensação de que algo faltou por acontecer. Na minha concepção, talvez a ausência de um clímax, de um desfecho imprevisível, de um mistério esclarecido, faz de uma obra audiovisual, apenas uma brincadeira encenada. Como se um filme, até pra ser engraçado precisa ser serio. Um roteiro malfeito, não importa se existe uma alegoria complexa que ultrapasse a estória, faz apenas um filme dentre os milhões que já existe. Mas um roteiro bem feito não precisa ser perfeito, não precisa ser complexo, não precisa ser original, não precisa ser historicamente artístico, e não precisa ser grande em numero de paginas, ele só precisa ser profundo, pra virar uma obra de arte. Precisa ter uma estória que te provoque, te mova, te tire do eixo, mesmo que não te faça refletir sobre o assunto, um roteiro bem feito faz você recordar de cenas, durante semanas inteiras! Então eu acho que o principal problema desse meu curta-metragem, o seu ponto baixo, o fator que fez dele apenas uma bobagem audiovisual, foi à ausência de um roteiro escrito e minuciosamente planejado. Sem presa, pois a presa é inimiga da perfeição!
Um curta feito as presas, é como eu definiria esse filme. Com sinceridade, sinto que poderia tê-lo feito melhor, se eu não tivesse presa para fazê-lo, e se dependesse somente de minha pessoa. Sou um ótimo critico de eu mesmo, e me sinto na obrigação de justificar e opinar sobre meu próprio trabalho. Mas não há desculpas para uma arte mal feita. Desafiei-me a criar este curta-metragem, confiando plenamente no entusiasmo que via em mim, pois apenas tinha uma câmera simples na mão, uma ideia vaga do que fazer e quatro dias para poder gravar. É possível que o primeiro ato do filme seja capaz de prender o telespectador, devido ao embate de frente com um mistério a ser solucionado. Mas a quem assiste até o final do segundo ato, acaba com a sensação de que algo faltou por acontecer. Na minha concepção, talvez a ausência de um clímax, de um desfecho imprevisível, de um mistério esclarecido, faz de uma obra audiovisual, apenas uma brincadeira encenada. Como se um filme, até pra ser engraçado precisa ser serio. Um roteiro malfeito, não importa se existe uma alegoria complexa que ultrapasse a estória, faz apenas um filme dentre os milhões que já existe. Mas um roteiro bem feito não precisa ser perfeito, não precisa ser complexo, não precisa ser original, não precisa ser historicamente artístico, e não precisa ser grande em numero de paginas, ele só precisa ser profundo, pra virar uma obra de arte. Precisa ter uma estória que te provoque, te mova, te tire do eixo, mesmo que não te faça refletir sobre o assunto, um roteiro bem feito faz você recordar de cenas, durante semanas inteiras! Então eu acho que o principal problema desse meu curta-metragem, o seu ponto baixo, o fator que fez dele apenas uma bobagem audiovisual, foi à ausência de um roteiro escrito e minuciosamente planejado. Sem presa, pois a presa é inimiga da perfeição!
- Leonardo Hutamárty
Assista ao filme clicando no link abaixo:
| Leonardo Hutamárty e elenco principal do curta Portal Borboleta. 21/06/2015, Jacaré dos Homens - AL. |
Titulo original: Portal Borboleta / Ano de produção: 2015 / Estréia: 20 de Julho de 2015. / Duração: 19 minutos / Classificação: Livre / Cor: Cor / Gênero: Fantasia, aventura. / Tipo: Média-metragem / Origem: Maceió - AL / Roteiro e direção: Leonardo Hutamárty / Elenco: Letycia Santana Souza, Clara Santana Freitas, Maria celeste Santana da silva,Carlos Júlio, Larissa de Farias Santana, Maria José Santana, Marcos Antônio da Silva Rodrigues. / Efeitos especiais: Lucas Santana. / Montagem e arte visual: Leonardo Hutamárty / Locação: Jacaré dos Homens - AL / Produção: VHD Filmes / Coprodução: EI8HT Produções.
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